Comprar trabalhos prontos e fechados é correr o risco de ser reprovado, além de ter que arcar com o descrédito avassalador e desnecessário, para quem faz parte do mundo jurídico e tem o dever de agir com honestidade, ética e justiça! (Oneide A. Bolzan Urso)
Começo editando essa página com tristeza e muita indignação, ao constatar vários sites similares a este publicados na Internet com cópias idênticas dos textos por mim desenvolvidos. Eu pergunto: como confiar em pessoas incapazes de criar textos para divulgar seus próprios serviços que se dizem "garantidos" contra plágio? Trabalho com construção de textos jurídicos desde a faculdade, nos idos de 1993. Esses textos de publicação foram contruídos naquela época e mantidos, embora atualizados, até hoje. Construo meus sites, sem nenhum conhecimento técnico, e me desculpo pela simplicidade midiática, porém, escrevo o conteúdo com carinho, tentando demonstrar um pouco dos conhecimentos adquiridos ao longo do tempo.
Desenvolver um texto jurídico é a tarefa mais árdua do jurista e dos operadores do direito. Não basta ser bacharel em direito, ser militante , ter conhecimento do direito ou das normas da ABNT. É preciso muito mais que isso, essencialmente de formação em metodologia da técnica de pesquisa, muita dedicação e prática. O desenvolvimento da capacidade de raciocínio é lenta e gradativa. Um pesquisador profissional não precisa conhecer previamente o objeto a ser investigado, mas deve ter, obrigatoriamente, o domínio das técnicas que deverá utilizar para desenvolver o processo cognitivo do objeto a ser pesquisado.
A profissão "cientista do direito" não existe no Brasil. Se não existe não é remunerada. A única forma que criativamente encontrei para fazer o que gosto e receber pelos serviços, foi essa: desenvolver textos jurídicos e vender os direitos autorais. Desse modo, minhas ideias são publicadas, mesmo que indiretamente.
Escolhi elaborar monografias porque me considero uma cientista do direito, porém, num país onde ainda se privilegiam as formas e os interesses de minorias, onde se dá primazia ao texto da lei em detrimento da tutela jurisdicional de qualidade (justa), não existe espaço para pesquisadores do direito. Me refiro às verdadeiras pesquisas jurídico-científicas, cuja edição de textos jurídicos busca fundamentos na realidade empírica, por exemplo: a adequação das leis à realidade que pretende regular e não o contrário (por isso que muitas leis brasileiras simplesmente "não pegam"). No meu conceito, o cientista do direito é aquele que estuda a realidade para sugerir ao legislador os contornos que deverão nortear a edição de leis para regular essa mesma realidade. Quando o povo tem conhecimento e participa da elaboração das leis, se compromete, cumpre e cobra dos demais que a respeitem. Mas é muito mais fácil editar leis a granel em gabinetes.
A profissão que mais se aproxima do cientista do direito no Brasil é a dos professores de metodologia científica. Porém, não são esses professores que orientam os alunos na elaboração de monografias. Nem sempre os orientadores tem essa formação técnico-científica. Ademais, a maioria desses profissionais se preocupa mais com a forma que com a sistematização do conteúdo. Os professores de metodologia científica brasileiros, via de regra (salvo algumas raríssimas exceções) ensinam a repetir formas e, preocupados com os famosos "plágios", acabam bloqueando a criatividade do aluno. Os textos monográficos se resumem a meros apanhados de teorias agrupadas, sem análise crítica, sem novidade, sem construções doutrinárias. As próprias teses de doutoramento, que são resultados de produções científicas que graduam doutores, cientistas jurídicos, pouca contribuição trazem à sociedade, porque acabam restritos à reedição de ideias, teses e produções doutrinárias seculares, dissociadas da realidade. Discursos bem elaborados mas sem utilidade prática, que acabam arquivados e esquecidos nas bibliotecas das Universidades.
Minha vasta experiência permite oferecer orientações numa área tão esquecia e tão importante. Grande parte dos professores de metodologia da pesquisa jurídica não está preparada para orientar seus alunos. Preocupam-se mais com normatizações e menos com a devida sistematização de conteúdo, ou seja, mais uma vez a forma vence a justiça! E o aluno, na maioria das vezes interessado em construir sua monografia, acaba perdido, procurando ajuda fora da Universidade. Nem sempre encontra o auxílio necessário. Levados por propaganda enganosa, acabam comprando monografias prontas ou verdadeiros plágios "cópia e cola" da Internet. O resultado pode ser desastroso, porque as bancas não amenizam em suas avaliações, responsabilizações e punições para alunos que compram monografias ou copiam textos da Internet sem a citação da devida fonte. Sofrem também aqueles acadêmicos que desenvolvem seus textos, mas que sem a devida orientação, acabam cometendo plágio involuntário.
Por isso, não compre monografias prontas! Sinta o prazer de acompanhar a elaboração das pesquisas e a construção dos seus textos!
Faço pesquisas jurídicas (jurisprudenciais, legislativas e doutrinárias) para fundamentação de petições jurídicas e trabalhos acadêmicos, bem como, orientação e suporte na redação de obras jurídicas. Porém, as discussões sobre o conteúdo dos textos são realizadas em conjunto para que o estudo resulte personalizado e contribua com o necessário aprendizado. Todas as fontes de pesquisa utilizadas são devidamente citadas. Afinal, ninguém tem interesse em contratar serviços de "cópia e cola" de textos da Internet, não é mesmo? Preste muita atenção no momento da contratação desse tipo de serviços. Nesse caso, o barato nunca é sinônimo de qualidade.
● Redigir textos de direito implica em experiência técnico-normativa (pesquisa científica - sistematização) e conhecimento técnico-jurídico. ● Tal desiderato, certamente, merece um preço compatível e justo. Desconfie de valores muito atraentes, você pode estar pagando muito caro por uma atividade simples de "cópia e cola" da Internet. ● Você sabe o que é plágio ou qual a ação que o caracteriza? ● Muitas vezes o pesquisador comete plágio involuntário, por falta de informação e conhecimento. ● Como decorrência, podem ver seus esforços se esvaírem e os sonhos postergados!
Mais informações sobre isso, entre em contato, estou aguardando sua ligação ou seu e-mail: Oneide Aparecida Bolzan urso (47) 3443-7260 E-mai: clique aqui Se preferir use o Formulário de Orçamento